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NeuCorr Seguros

Patrimonial

Seguro de Obras de Artes

Proteja suas obras de arte com o seguro certo. Cobrimos uma ampla variedade de bens valiosos, incluindo livros raros, pinturas, esculturas, estatuetas e muito mais. Seja você um colecionador, galeria de arte ou museu, temos o seguro certo para suas necessidades. Entre em contato conosco para mais informações.

O Seguro de Obras de Arte garante a proteção de obras valiosas em exposições públicas e privadas. Este seguro abrange uma ampla gama de bens comprovadamente considerados obras de arte, tais como livros raros, pinturas, esculturas, estatuetas, tapetes e outros itens de valor. É adequado para pessoas físicas e jurídicas que possuem coleções de arte, galerias, museus, entre outros. Para que o seguro seja aprovado, é necessário que um especialista em avaliação de obras de arte certificado pela seguradora elabore um documento comprovando as especificações e o valor de mercado da obra. Proteja suas obras de arte com o seguro adequado, entre em contato conosco para mais informações.

Principais Coberturas

O seguro de obras de arte oferece cobertura abrangente para proteger suas obras valiosas contra diversos riscos. Nossa cobertura inclui:

Incêndio, raio, explosão de qualquer natureza e suas consequências

Proteção contra danos causados por incêndios, raios, explosões e suas consequências, como fumaça e cinzas.

Alagamento, desmoronamento, terremoto, tremores de terra e maremotos, vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo

Cobertura contra danos causados por eventos naturais, como inundações, deslizamentos de terra, terremotos e tempestades.

Queda de aeronaves, impacto de veículos terrestres, máquinas ou qualquer outro equipamento utilizado no local

Proteção contra danos causados por quedas de aeronaves, impacto de veículos e máquinas ou qualquer outro equipamento utilizado no local.

Roubo e furto qualificado, inclusive os danos provocados por simples tentativa

Cobertura contra roubos e furtos qualificados, incluindo danos causados por tentativas de roubo.

Tumultos, motins e riscos congêneres, inclusive atos dolosos praticados por terceiros

Proteção contra danos causados por tumultos, motins e atos dolosos praticados por terceiros.

Transporte “prego a prego”

Protege suas obras valiosas durante o transporte. Esta cobertura inclui proteção contra danos causados por acidentes, colisões, incêndios, roubos e outras eventualidades que possam ocorrer durante o transporte da obra. A cobertura acompanha a sua obra de arte desde o momento em que ela é retirada do local de origem até a chegada ao destino final. Nossa cobertura é personalizada para atender às necessidades individuais de cada cliente e nossa equipe de especialistas está pronta para ajudá-lo a encontrar a melhor solução de seguro para suas necessidades. Entre em contato conosco para mais informações.

Valor acordado: por que arte não se segura como equipamento

Existe uma diferença fundamental entre segurar uma máquina e segurar uma obra de arte, e ela está na forma de definir o valor.

Bens comuns costumam ser indenizados pelo custo de reposição ou pelo valor atual, com desconto de depreciação — a lógica supõe que o bem perde valor com o tempo e pode ser substituído por outro igual. Arte não obedece a nenhuma dessas duas premissas. Uma obra tende a valorizar, não depreciar, e é insubstituível por definição: não existe outra idêntica para comprar no mercado.

Por isso o instrumento adequado costuma ser a apólice a valor acordado — segurada e segurador fixam previamente, com base em laudo, o valor de cada peça, e é esse valor que será pago em caso de perda total, sem discussão de depreciação no momento do sinistro. É o oposto da lógica patrimonial comum, e é o que evita a conversa mais indigesta possível: descobrir, depois do incêndio, que a seguradora avalia a peça por uma fração do que ela vale no mercado.

Duas consequências práticas decorrem disso. A primeira é que o laudo precisa estar atualizado — coleção avaliada há oito anos, num mercado que se moveu, está sub-segurada mesmo com apólice em dia. A segunda é que a atualização é uma disciplina periódica, não um ato único da contratação.

Depreciação artística: o dano que não destrói, mas desvaloriza

Há uma perda específica desse mercado que raramente aparece em outros ramos. Uma tela pode sofrer um rasgo, ser restaurada com competência técnica e voltar a ficar visualmente íntegra — e ainda assim valer menos do que valia antes, porque o histórico de dano e restauração passa a integrar a procedência da peça e afeta seu preço em leilão.

Essa perda de valor residual, mesmo após reparo bem-feito, é o que se costuma chamar de depreciação artística ou perda de valor. Algumas apólices do segmento a preveem expressamente, indenizando a diferença entre o valor anterior ao sinistro e o valor da peça restaurada; outras se limitam a custear a restauração.

É uma das perguntas mais úteis a fazer na cotação, e uma das menos feitas: a apólice cobre apenas o restauro, ou também a desvalorização que sobra depois dele? Para peças de valor relevante, a diferença entre as duas respostas pode ser maior que o próprio custo do reparo.

O que costuma ficar de fora

Como em qualquer apólice, o contorno da proteção é dado pelas exclusões — e no caso da arte elas têm natureza bem particular:

  • Desgaste natural e deterioração gradual — craquelê que evolui com o tempo, papel que amarela, verniz que oxida. O seguro responde pelo evento súbito, não pelo envelhecimento.
  • Variação gradual de umidade, temperatura e luz — o dano lento por más condições de guarda costuma ser tratado como falha de conservação, não como sinistro. Já o evento súbito, como o rompimento de um cano, tende a ser coberto.
  • Vício próprio e fragilidade inerente — material instável, técnica experimental, suporte que se degrada por natureza.
  • Danos durante restauração ou manuseio por terceiros — em regra dependem de cobertura ou condição específica.
  • Infestação por insetos, fungos e mofo — tipicamente excluídos por serem processo gradual.
  • Falsificação e problemas de autenticidade — a apólice segura a peça, não garante que ela seja autêntica; questionamento de atribuição é risco de outra natureza.
  • Confisco, apreensão e questões de titularidade — inclusive disputas sobre procedência e obras com histórico controverso.

Exposições, empréstimos e a cobertura prego a prego

Boa parte dos sinistros com obras de arte não acontece na parede: acontece em movimento. Embalagem, carregamento, transporte, desembalagem, montagem — cada etapa concentra risco de manuseio muito acima do risco de uma peça parada em ambiente controlado.

A cobertura prego a prego existe justamente para isso: acompanha a obra desde o momento em que sai da parede de origem até voltar a ser fixada no destino, cobrindo todo o percurso e as operações intermediárias. O nome descreve literalmente o escopo — do prego ao prego.

Ela é indispensável em três situações que colecionadores subestimam:

Empréstimo para exposição. Ao ceder uma peça para um museu ou mostra, é comum que a instituição assuma a cobertura durante o período. Vale conferir por escrito quem segura o quê, por qual valor e a partir de qual momento — e se há intervalo descoberto entre a saída da sua casa e o início da apólice da instituição.

Feiras e leilões. Peças em trânsito para feiras, em estandes abertos ao público e em armazenagem temporária ficam expostas a manuseio, tumulto e furto em condições muito diferentes das do acervo.

Mudança e reforma. Um dos momentos de maior sinistralidade é a obra doméstica: peças retiradas, empilhadas, cobertas com plástico, cercadas de poeira, tinta e circulação de gente estranha à casa.

Perfis e o que costuma mudar em cada um

Colecionador pessoa física. Muitas apólices residenciais admitem incluir obras de arte, mas quase sempre com sublimite modesto, indenização a valor de mercado e exigência de comprovação difícil de produzir depois do sinistro. Para acervos de valor relevante, a apólice específica costuma ser o caminho — com inventário, laudo e valor acordado peça a peça.

Galerias. Convivem com estoque próprio e obras consignadas de terceiros, o que torna essencial definir de quem é o interesse segurado em cada peça. Somam ainda circulação de público, montagem e desmontagem frequentes e participação em feiras.

Museus e institutos. Acervo permanente, obras recebidas em comodato e exposições itinerantes exigem controle de inventário e, com frequência, apólices distintas para acervo e para itinerância.

Artistas e ateliês. A obra em produção tem valor difícil de fixar antes de pronta, e o ateliê concentra risco de incêndio, material inflamável e obras acabadas aguardando destino.

Empresas com acervo corporativo. Companhias que mantêm arte em sedes e recepções frequentemente descobrem, tarde, que a apólice empresarial trata as peças como decoração, com sublimite incompatível com o valor real.

Documentação: a defesa que se constrói antes

Em nenhum outro ramo a documentação pesa tanto na liquidação, porque a peça é única e a prova do que existia depende inteiramente de registro prévio.

Um inventário útil costuma reunir, para cada obra: autor, título, ano, técnica, dimensões, fotografia em alta resolução, número de série ou registro, nota fiscal ou documento de aquisição, certificado de autenticidade e laudo de avaliação com data. Vale manter cópia fora do local onde as obras estão — um incêndio que destrói o acervo tende a destruir também a pasta de documentos guardada ao lado dele.

Registro fotográfico detalhado, incluindo verso, assinatura e eventuais danos preexistentes, é o que permite demonstrar estado anterior quando a discussão for sobre extensão do dano. É trabalho chato de fazer e impossível de improvisar depois.

A quem se destina

O seguro de obras de arte é destinado a colecionadores, galerias, museus, instituições de arte, artistas e outros proprietários que desejam proteger sua coleção contra danos, roubo, incêndio e demais riscos.

As obras são frequentemente muito valiosas e, por isso, podem ser alvo de roubos e outros crimes. Além disso, podem ser danificadas ou destruídas em incêndios, inundações, terremotos ou outros desastres naturais — e, ao contrário de bens comuns, não têm substituto equivalente disponível para compra.

Quanto custa

O custo do seguro de obras de arte pode variar bastante dependendo de diversos fatores, como o valor das peças que serão seguradas, o tipo de arte, a localização da exposição ou armazenamento, o tipo de cobertura desejada, entre outros.

Normalmente, o seguro de obras de arte é personalizado para atender às necessidades específicas do proprietário e das obras que serão seguradas. O valor do seguro é geralmente calculado com base no valor total das peças que serão seguradas, podendo variar de 0,5% a 2% do valor total da coleção.

Além disso, o preço pode ser influenciado por fatores como a localização geográfica da exposição ou armazenamento das obras, a segurança do local, o tipo de transporte necessário para mover as peças, entre outros.

Perguntas frequentes

Tudo o que você precisa saber

O que é Seguro de Obras de Artes?

O seguro de obras de arte é um produto que visa proteger colecionadores, galerias, museus, instituições de arte, artistas e outros proprietários de obras de arte de possíveis danos ou perdas.

Esse tipo de seguro pode incluir cobertura para danos materiais, como rasgos, manchas, quedas, incêndios e outros tipos de acidentes, além de danos morais, como a perda do valor de uma obra de arte devido a danos. Também é possível incluir cobertura para responsabilidade civil, que protege o proprietário contra indenizações de terceiros decorrentes de danos causados por suas obras de arte.

O seguro de obras de arte é fundamental para quem possui obras de arte valiosas, pois essas peças podem sofrer danos físicos ou perdas de valor devido a eventos imprevisíveis, como roubos, incêndios, inundações e outros tipos de desastres naturais. Além disso, o seguro de obras de arte é importante para proteger os proprietários de responsabilidade civil decorrente de danos causados por suas obras de arte.

Quem pode contratar o seguro de obras de arte?

O seguro de obras de arte é recomendado para todas as pessoas e empresas que possuem obras de arte, independentemente do seu valor. Mesmo obras menos valiosas podem ser danificadas ou roubadas, o que pode representar uma grande perda para o proprietário.

As obras de arte podem ser de diversos tipos e períodos, desde arte clássica até arte contemporânea, passando por fotografia, design, arte popular, entre outros. É importante destacar que o seguro de obras de arte não se limita a pinturas e esculturas, podendo ser estendido a outras categorias, como tapeçarias, objetos de arte, antiguidades, joias e outros objetos de valor artístico.

Além disso, o seguro de obras de arte pode ser contratado por diferentes tipos de proprietários, como colecionadores particulares, galerias de arte, museus, artistas e empresas que possuem obras de arte em suas instalações. Em qualquer um desses casos, o seguro é uma maneira eficaz de proteger o patrimônio artístico contra os riscos do dia a dia, além de garantir a tranquilidade do proprietário em caso de imprevistos.

O que é coberto pelo seguro de obras de arte?

O seguro de obras de arte pode incluir cobertura para danos materiais, como rasgos, manchas, quedas, incêndios e outros tipos de acidentes, além de danos morais, como a perda do valor de uma obra de arte devido a danos. Também é possível incluir cobertura para responsabilidade civil, que protege o proprietário contra indenizações de terceiros decorrentes de danos causados por suas obras de arte.

Como é calculado o valor do seguro de obras de arte?

O valor do seguro de obras de arte é geralmente calculado com base no valor total das peças que serão seguradas, podendo variar de 0,5% a 2% do valor total da coleção. Além disso, o preço pode ser influenciado por fatores como a localização geográfica da exposição ou armazenamento das obras, a segurança do local, o tipo de transporte necessário para mover as peças, entre outros.

É necessário fazer uma avaliação das obras de arte antes de contratar o seguro?

Algumas seguradoras podem exigir uma avaliação profissional das obras de arte antes de oferecer o seguro. A avaliação é realizada por um especialista em arte que irá avaliar as obras e determinar seu valor de mercado.

O que fazer em caso de sinistro?

Em caso de sinistro, o proprietário deve entrar em contato com a seguradora o mais rápido possível para iniciar o processo de indenização. É importante documentar todo o dano sofrido pelas obras de arte, registrando fotos e vídeos, e manter todos os documentos relevantes, como notas fiscais e certificados de autenticidade.

Quais são os cuidados que devem ser tomados para evitar sinistros?

Para evitar sinistros, é importante seguir boas práticas de segurança, como instalar sistemas de segurança no local de exposição ou armazenamento das obras de arte, manter os ambientes climatizados e livres de umidade e iluminados adequadamente, e evitar o manuseio das peças por pessoas não autorizadas. Além disso, é recomendado transportar as obras de arte com segurança e tomar cuidado ao expô-las em eventos públicos ou em viagens.

O seguro de obras de arte é obrigatório?

O seguro de obras de arte não é obrigatório, mas é altamente recomendado para proteger o patrimônio artístico do proprietário.

Como é feito o transporte de obras de arte seguradas?

O transporte de obras de arte deve ser feito com muito cuidado e seguindo todas as normas de segurança para evitar danos às peças. É recomendado contratar empresas especializadas em transporte de obras de arte, que possuem os equipamentos e conhecimentos necessários para realizar o transporte de forma adequada.

É possível incluir obras de arte em residências no seguro residencial?

Algumas seguradoras oferecem a opção de incluir obras de arte em residências no seguro residencial, mas é importante verificar se as obras estão cobertas e quais são as condições para indenização em caso de sinistro.

Quais são os documentos necessários para contratar um seguro de obras de arte?

Para contratar um seguro de obras de arte, é necessário fornecer informações detalhadas sobre as obras de arte que serão seguradas, como o nome do artista, o título da obra, o valor da obra e outras informações relevantes. Além disso, é importante fornecer documentos como notas fiscais e certificados de autenticidade para comprovar a propriedade e o valor das obras de arte.

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