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Quanto custa um seguro de carro?

Como ordem de grandeza, o seguro de carro custa entre 3% e 8% do valor FIPE por ano — de 3% a 6% para quem tem 41 anos ou mais, chegando a 6% a 11% até os 25 anos. Informe o valor FIPE, o uso, o perfil e a garagem para ver a sua faixa; o preço real é muito variável e só sai numa cotação com os seus dados.

⚠️ Esta faixa é meramente ilustrativa e serve só para dar ordem de grandeza. O preço do seguro auto é altamente variável e um dos mais difíceis de estimar sem os seus dados: depende diretamente do perfil exato do condutor, do CEP onde o carro circula e dorme, do modelo/versão, do histórico de sinistros e das coberturas e franquia. Isto não é cotação nem garante preço — dois carros do mesmo valor podem ter prêmios muito diferentes.

Tabela ilustrativa: taxa anual do seguro auto por perfil de condutor

Taxa anual estimada, expressa como percentual do valor FIPE do carro, num cenário-base de uso particular e com garagem. Ex.: 5% sobre um carro de R$ 60 mil ≈ R$ 3.000/ano. Números apenas para dar ordem de grandeza.

Perfil do condutor Cenário-base Taxa anual estimada Observação
41 anos ou mais Uso particular, com garagem 3% a 6% da FIPE / ano Menor estatística de sinistro
26 a 40 anos Uso particular, com garagem 4% a 8% da FIPE / ano Perfil intermediário
Até 25 anos Uso particular, com garagem 6% a 11% da FIPE / ano Estatística de sinistro mais alta

Valores ilustrativos, não são cotação. Uso para trabalho/aplicativo e ausência de garagem elevam bastante a taxa — o percentual pode passar de 10% da FIPE no perfil jovem. O CEP, o modelo exato e o histórico também mudam muito o resultado. O preço final é sempre definido pela seguradora.

Como estimamos o preço do seguro auto

De forma bem simplificada, partimos de uma taxa-base anual (percentual do valor FIPE) definida pelo perfil do condutor — condutores mais jovens partem de taxas maiores porque a estatística de sinistro é mais alta; condutores mais experientes partem de taxas menores. Sobre essa taxa aplicamos ajustes para o valor do carro (veículos mais baratos costumam ter percentual proporcionalmente maior; mais caros, percentual menor, embora o valor em reais suba), para o uso (trabalho/aplicativo roda muito mais e eleva o risco) e para a garagem (sem garagem, cresce a exposição a roubo, furto e colisão).

Repare que faltam aqui variáveis decisivas que só aparecem numa cotação real: o CEP exato onde o carro circula e dorme, o modelo e a versão (que definem custo de peças e índice de roubo), o histórico individual de sinistros, o bônus acumulado, a idade e o gênero do condutor e as coberturas e a franquia escolhidas. Por isso a mesma faixa de valor pode gerar prêmios muito diferentes de uma pessoa para outra.

Trate os números aqui apenas como ponto de partida, nunca como preço. Para saber quanto o seguro do seu carro custaria de verdade, veja a página de seguro auto ou fale com um especialista para uma cotação com os seus dados.

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