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NeuCorr Seguros

Patrimonial

Seguro de Equipamentos de Tecnologia

Notebooks, servidores e periféricos sustentam a operação — e circulam entre escritório, casa e viagem. Uma apólice específica indeniza danos físicos ao parque de TI, com limites dimensionados para o que ele realmente vale.

Faça uma conta rápida: multiplique o número de pessoas da sua equipe pelo valor de um notebook corporativo, some servidores, monitores e periféricos. O resultado costuma surpreender — o parque de equipamentos de TI é hoje um dos maiores ativos móveis da empresa, e um dos que mais circulam: sai do escritório, vai para a casa do colaborador, embarca em viagens. O seguro de equipamentos de tecnologia existe para que a perda física de uma dessas máquinas seja um chamado ao suporte, não um rombo no caixa.

O que é o seguro de equipamentos de tecnologia

O seguro de equipamentos de tecnologia é uma apólice patrimonial que indeniza danos físicos aos equipamentos de TI da empresa — notebooks, desktops, servidores, monitores e periféricos — em eventos como roubo, furto qualificado, danos elétricos, incêndio e queda acidental, conforme as coberturas contratadas. Ele protege o hardware; dados e sistemas são objeto do seguro cibernético.

Essa delimitação importa porque um mesmo episódio pode ter duas camadas de prejuízo: a máquina perdida e o que estava nela. Esta apólice responde pela primeira; a segunda é o terreno do seguro cibernético — e a empresa bem protegida costuma olhar para as duas.

O que o seguro costuma cobrir

As coberturas variam por seguradora e por apólice — nada é automático, e cada uma precisa estar expressamente contratada. Dito isso, o desenho usual desse seguro gira em torno de:

  • Roubo e furto qualificado — a subtração dos equipamentos no estabelecimento segurado e, conforme contratação, também em trânsito e em situação de mobilidade. O furto simples (sem vestígios de arrombamento ou violência) costuma ficar fora ou depender de condição específica — vale conferir no clausulado.
  • Danos elétricos — surto de tensão, curto-circuito e queda de raio, causas frequentes de perda de servidores, nobreaks e estações de trabalho.
  • Queda e impacto acidental — o notebook que cai da mesa, o monitor derrubado na mudança de sala, o equipamento danificado em deslocamento, conforme as condições contratadas.
  • Incêndio — os danos ao parque de TI em eventos de fogo no local segurado.
  • Dano por líquidos — o derramamento acidental sobre o equipamento, quando previsto na apólice.

Extensões para home office, uso externo e viagens existem no mercado, mas dependem de contratação específica e costumam ter limites e condições próprios — este é, na prática, o ponto que mais merece atenção na cotação de uma empresa com equipe híbrida.

Onde o risco mora

O risco do parque de TI tem três endereços, e a apólice precisa acompanhar todos os que fizerem parte da sua operação:

No escritório

Concentração é o nome do risco: servidores, estações e periféricos no mesmo endereço compartilham a exposição a incêndio, danos elétricos e arrombamento. É o cenário mais tradicional — e o que a cobertura básica costuma contemplar.

Em mobilidade e home office

O notebook que dorme na casa do colaborador ou atravessa a cidade na mochila vive um risco diferente do equipamento fixo — e, em regra, fora da cobertura básica. Se a empresa é híbrida ou remota, as extensões para equipamentos fora do estabelecimento deixam de ser acessório e viram o coração da apólice. Trate isso explicitamente na contratação.

Em viagens

Feiras, reuniões externas e projetos em cliente somam bagagens despachadas, hotéis e deslocamentos à equação. A cobertura de equipamentos em viagem, quando disponível, é contratada à parte e tem condições específicas — mais um item para a conversa de cotação, não para descobrir no sinistro.

Para quem esse seguro faz sentido

O perfil típico é a empresa cujo trabalho passa pelas telas:

  • Empresas com frota de notebooks — de startups a operações consolidadas com equipes híbridas, em que cada colaborador carrega um ativo da empresa para casa.
  • Estúdios e produtoras — estações de edição, armazenamento e equipamentos de alto valor unitário.
  • Agências e consultorias — times em trânsito constante entre clientes, eventos e home office.
  • Clínicas e escritórios — o parque de informática da recepção, da gestão e dos consultórios. Para os equipamentos de diagnóstico e tratamento em si, a linha vizinha é o seguro de equipamentos médicos, que tem página própria.

O que, em geral, não está coberto

Delimitar o perímetro evita frustração na hora errada. Usualmente ficam fora desse seguro:

  • Desgaste natural e obsolescência — a bateria que degrada e a máquina que envelhece não são eventos súbitos e acidentais; são ciclo de vida.
  • Defeito de fabricação — é assunto da garantia do fabricante, não da apólice.
  • Dados, sistemas e ataques — a restauração de informações, o ransomware e a responsabilização por vazamento pertencem ao seguro cibernético. Esta apólice repõe a máquina; ela não repõe o que estava nela.
  • Furto simples, em muitos desenhos de apólice, e outras hipóteses previstas no clausulado de cada seguradora.

As exclusões exatas variam por produto — a leitura das condições contratuais é parte da contratação bem-feita.

Equipamentos de tecnologia, cyber, celular ou empresarial?

Quatro apólices orbitam o mesmo tema, e as fronteiras são mais simples do que parecem:

  • Dano físico ao hardware corporativo — é esta página: o seguro de equipamentos de tecnologia.
  • Incidente com dados e sistemas — ransomware, vazamento, custos de resposta: seguro cibernético.
  • Celular de pessoa física — o aparelho pessoal tem produto próprio, com lógica e preço de varejo: seguro de celular.
  • Conteúdo geral do estabelecimento — prédio, móveis, estoque e instalações: seguro empresarial, que pode incluir equipamentos eletrônicos como cobertura adicional, mas normalmente com limites pensados para o conjunto do patrimônio. Quando a tecnologia é uma fatia relevante dos ativos, a apólice específica de equipamentos dá o limite adequado ao parque de TI — e as duas podem conviver no mesmo programa de seguros.

Como contratar bem

Três providências encurtam a cotação e melhoram o resultado:

  1. Inventário — relacione os equipamentos com marca, modelo e, quando possível, número de série. É a base da apólice e o que agiliza qualquer sinistro.
  2. Valores realistas — declare valores compatíveis com a reposição dos equipamentos. Parque subavaliado gera indenização insuficiente; superavaliado, prêmio desperdiçado.
  3. Política de uso externo — mapeie o que sai do escritório, com que frequência e para onde. É essa informação que define quais extensões de mobilidade, home office e viagem a apólice precisa ter.

A NeuCorr desenha essa proteção junto com você, cota com as principais seguradoras do mercado e acompanha o sinistro quando ele acontecer — que é a hora em que a corretora certa faz diferença.

Este conteúdo é informativo. Coberturas, limites, franquias e exclusões variam por seguradora e por apólice — confirme sempre as condições contratuais na cotação.

Perguntas frequentes

Tudo o que você precisa saber

O que é o seguro de equipamentos de tecnologia?

É uma apólice patrimonial que indeniza danos físicos aos equipamentos de TI da empresa — notebooks, desktops, servidores, monitores e periféricos — em eventos como roubo, furto qualificado, danos elétricos, incêndio e queda acidental, conforme as coberturas contratadas. Ela protege o hardware em si; incidentes com dados e sistemas são objeto do seguro cibernético, que é outra apólice.

Quais equipamentos podem ser segurados?

Em geral, o parque corporativo de TI: notebooks e desktops, servidores e equipamentos de rede, monitores, projetores, impressoras e periféricos, além de equipamentos portáteis usados em campo, conforme a aceitação de cada seguradora. A relação exata dos bens cobertos — e os valores atribuídos a cada um — é definida na contratação, normalmente a partir de um inventário.

O seguro de equipamentos de tecnologia cobre notebook em home office e uso externo?

Pode cobrir, mas em regra isso depende de contratação específica. A cobertura básica costuma valer para os equipamentos no endereço segurado; o uso em home office, em trânsito, em cliente ou em viagem costuma exigir extensões de cobertura para equipamentos móveis ou fora do estabelecimento, com condições e limites próprios. Se a sua equipe é híbrida ou externa, esse ponto deve ser tratado explicitamente na cotação.

Qual a diferença entre o seguro de equipamentos de tecnologia e o seguro cibernético?

O seguro de equipamentos de tecnologia cobre o dano físico ao hardware — o notebook roubado, o servidor queimado por surto elétrico. O seguro cibernético cobre o incidente com dados e sistemas — vazamento de dados, ransomware, custos de resposta e responsabilização perante terceiros. São apólices complementares: uma repõe a máquina, a outra responde pelo que estava nela e pelos desdobramentos do ataque.

O seguro empresarial já não cobre os equipamentos de TI?

Pode cobrir, por meio de coberturas como a de equipamentos eletrônicos, mas normalmente como um item dentro de uma apólice que protege todo o estabelecimento — e com limites que nem sempre acompanham o valor real do parque de TI. A apólice específica de equipamentos existe justamente para dar limite adequado, condições desenhadas para eletrônicos e, conforme contratação, cobertura fora do endereço segurado. A escolha entre uma e outra (ou a combinação das duas) depende do peso da tecnologia no patrimônio da empresa.

O seguro cobre defeito de fabricação, desgaste ou perda de dados?

Em geral, não. Defeito de fabricação é assunto da garantia do fabricante; desgaste natural, obsolescência e depreciação não são eventos súbitos e acidentais, que são a base desse tipo de seguro; e a perda de dados em si — assim como ataques, vazamentos e sequestro de informações — é objeto do seguro cibernético. As exclusões exatas variam por seguradora e constam do clausulado de cada apólice.

Quanto custa o seguro de equipamentos de tecnologia?

O prêmio depende do valor total do parque segurado, dos tipos de equipamento, do uso (fixo no escritório ou em mobilidade), das coberturas e extensões contratadas e das medidas de segurança da empresa — não existe tabela única. A cotação é gratuita e sem compromisso, e costuma partir de um inventário simples dos equipamentos e seus valores.

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